Mia


Quando lhe perguntam o que faz, costuma responder de sorriso tímido que conta histórias (secretamente desejando que não achem a resposta um cliché). E apesar de saber que soa vago ou pretensioso, não considera que exista uma melhor descrição do seu trabalho. Têm sempre sido as histórias a conduzirem a sua vida. Primeiro, na faculdade quando seguiu ciência política e relações internacionais, na esperança de intervir em assuntos de estado ou de fazer diplomacia. Mas para quê contrariar o destino? Começou a trabalhar um mês após terminar o curso, na LPM, uma verdadeira escola de histórias. Passou por uma empresa pequena onde precisou de histórias convincentes mediar pequenos cérebros geniais versus clientes complicados. Mais tarde, esteve na L’Oréal a criar sonhos de beleza e foi lá que conheceu o Miguel Oliveira, um perseguidor de um sonho que a convenceu a segui-lo também. 18 meses depois, já conta não apenas a sua história como a de mais 6 outros. Todos têm duas coisas em comum para si: a sua crença no que tencionam conquistar e a sua urgência em fazer o mundo conhecê-los.Paralelamente conta também as suas próprias histórias na Pegada Feminina, um resumo digital de contos reais que pretende que seja um diário das narrativas dos seus dias e das personagens que os compõem e marcam.



Porquê Pegada Feminina?

Acredito que é a marca que deixamos nas pessoas que um dia faz a diferença entre termos cá estado ou não. A Pegada Feminina é feita de histórias, de desabafos, de acontecimentos, de partilhas e pretende ser um resumo digital de contos reais; um diário das narrativas dos meus dias e das personagens que os compões e marcam.

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