Dos finais felizes fora dos filmes

By sábado, julho 25, 2015 ,


Adoro histórias com finais felizes.  (Quem não gosta?)  E adoro animais. E quando as duas coisas se juntam? São Francisco de Assis dizia que não devíamos surpreender-nos se, por vezes, os animais estivessem mais próximos de nós do que as pessoas, já que eles também são nossos irmãos. Desde pequena que me lembro de andar sempre com gatos pequeninos ao colo, de ter a minha coelha Juju e de nunca recusar a oportunidade de fazer uma festa a um cão. Gosto de animais e não consigo ficar indiferente ao abandono, aos maus tratos. Conheci a Sara há uns tempos e além de simpatizar com ela, por vários motivos, gostei quando me disse que tinha 12 gatos (retirados da rua) em casa. Pessoas que gostam de animais raramente me decepcionam. Há alguns dias ligou-me, muito nervosa, e disse que tinha encontrado uma cadelinha e um cão abandonados. Que já tinha dono para o cachorro, mas que a pequenina não tinha onde passar a noite. O meu namorado revirou-me os olhos… antes que eu tivesse ideias, mas falei com a minha mãe que também se comoveu com a história e, depois de ter sofrido maus tratos, passado fome na rua e de ter sido separada do irmão, a Amy tem agora uma dona maravilhosa. Não, não sou eu! (cof cof) Mas sim, a minha antiga professora de português (e a favorita!) que sempre me incentivou a escrever e que estava à procura de uma nova cadela para fazer companhia à outra. Hoje a Amy está em casa, ao lado da Caia, e não podia estar mais feliz. E é isto. Não preciso de compor mais as coisas, porque os finais felizes fazem-se a eles mesmos e terminam-se por si. 




Na primeira foto podem ver a Amy a passar férias no Algarve (já bem mais gorda) com a sua nova amiga Caia.

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