Memória de Páscoas antigas II

By domingo, março 31, 2013 , , , ,



Em 2012, escrevi assim:

A esta hora, em vez de amêndoas de chocolate e todas as calorias que hoje já ingeri, dar-me-ia por feliz com um crêpe avec nutella - daquelas barraquinhas típicas de Paris - ou com um croissant das esplanadas de rua com aquecedores e mantas que espreitam em cada esquina, trés trés chic. Com o barulho dos carros que entram à maluca nas rotundas mas que parecem nunca bater, organizados no caos francês, ou com as ruas rectas, abertas, claras e luminosas que pintam os edifícios imponentes e históricos. Os pés estariam muito provavelmente a doer, como acontece sempre que viajo, porque acho que vale a pena ver mais um bocadinho, saber mais qualquer coisa, ou espreitar mais um café “castiço”, como dizem no Norte. Já fui a Paris várias vezes, mas encontro sempre mil coisas novas. Não tinha que ser, prefiro pensar assim. Como alega a sabedoria portuguesa, não vale a pena chorar sobre o leite derramado. E este, este está a ser um fim-de-semana totalmente diferente do que tinha pensado, mas acolhedor, caseiro, como a Páscoa pede. Cheio de família, de abraços, de grandes almoços. E para Paris é fácil marcar outra viagem, desde que não pela malfadada easyJet, com quem estou de zanga comprada.

Post Scriptum: Ainda não voltei a Paris


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2 comentários

  1. É uma cidade que anseio muito visitar. Tem uma boa Páscoa *

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  2. Eu estou cheia de saudades... Obrigada querida! Espero que a tua também tenha sido boa :)

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