Meditações de sábado

By sábado, junho 25, 2011 , ,



Não gosto de baixar os braços, de ceder, de admitir que a discussão não faz sentido. Às vezes teimamos em ver a mesma coisa à luz da nossa perspectiva e à medida que arranjamos argumentos para convencer o outro que temos razão vamos trazendo pó, fumo e mais cinzas para o saco. Chega a um ponto em que não dá para conter mais o espirro. Temos que encontrar o nosso caminho e a nossa forma de não insistir mais em algo que simplesmente não vai levar a nenhum ponto. Claro que fica tudo em causa, claro que metemos tudo em dúvida e que sentimos que andamos perdidos porque um amor perfeito deve ser entrega, deve ser força, deve saber erguer-se pelo meio. Um amor como aquele que procuramos deve ser aquele que é inteiro. Foi isso que te pedi. Para estares apenas quando pudesses, mas inteiro. Porque senão, como diria Rilke “Mais vale a solidão que é inteira”.

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