Ando sempre a correr de um lado para o outro. E, muitas vezes, as pessoas ficam chateadas comigo porque não percebem a minha vida. Eu também não perceberia. Trabalhar por conta própria é bom, mas também exige muito de nós. Exige tempo que não temos, capacidade de resposta quando não conseguimos multiplicar-nos, agenda quando mal conseguimos ter um minuto para respirar e, sobretudo, ter tempo para as (nossas) coisas mais essenciais como ir ao médico, ou levar os nossos melhores amigos ao veterinário para as vacinas de rotinaClaro que é tudo uma questão de organização (algo que com o tempo – palavra-chave) acontece. Mas quanto mais conseguirmos poupar no nosso elemento principal, melhor. E esta semana conheci o Dr. Bigodes, o veterinário que protagoniza a máxima: “Quando Maomé não vai à montanha…”



Visualizem o cenário comigo: trela a puxar e um animal stressado num consultório veterinário, com a banda sonora de um telemóvel que toca a cada cinco minutos? Tenho duas cadelas e uma gata, e sempre que tenho que as levar a uma mera consulta de rotina, como diria uma colega minha, “É uma cegada!”. Eu explico, as minhas cadelas são de guarda e apesar de serem meigas, não se dão especialmente bem com outros animais, o que faz com que, na maioria das vezes, tenha que esperar que toda a gente seja atendida para que seja a nossa vez. Já a minha gata, que só faz mal às moscas que se metem nas suas “reboladelas” ao sol, quando vai a caminho, já está tão assustada que, à mínima coisa, mete as garras de fora. 


Agora de certeza que já todos pensaram como seria mais fácil se isto acontecesse em casa, certo? E a verdade é que na sexta-feira, tive a prova de que é possível e que, de facto, é incomparavelmente melhor. Veterinário em casa das 10h às 24h, com um preço acessível e sem custos de deslocação ou filas de espera. E as vacinas podem ser agendadas online, bem como as consultas. Recapitulando: Vacinação, consulta de emergência, análises, acupunctura, nutrição ou até um bom banho! O Dr. Bigodes não é apenas um médico, são vários, e atuam em Lisboa e arredores (todos os dias) e agora, também, no Porto. Diz o Dr. Bigodes fundador, Bruno Santos, que assim evitamos que o nosso animal saia da sua zona de conforto e que visite um ambiente stressante: “inundado por cheiros de outros animais, feromonas, …”


A minha bola de pelo não adorou que a agarrássemos, mas ficou com as vacinas e a desparasitação em dia, e está ótima de saúde. Não stressou quase nada e não arranhou ninguém, embora vontade não lhe faltasse.... Já a mel, é tão tonta que enquanto era vacinada até lambeu o Dr. Bigodes. Quem a tivesse visto num consultório, não acreditava que era a mesma cadela. Ficou tão encantada que até pousou para as fotografias sempre com as patas no seu amigo veterinário. E eu, sem perder horas e horas à espera de ser atendida, fiquei com o assunto resolvido numa manhã. Já tinham ouvido falar desta solução?


Um dia ofereceram-me um livro com uma dedicatória que dizia. “Disseste-me que querias ter uma casa cheia de livros. Aqui tens uma pequena ajuda para começares a tua biblioteca.” Coincidência, ou não, lembro-me bem da história e do livro. Devo ter lido a contracapa do “Cemitério de Pianos” de José Luís Peixoto várias vezes. Além disso, estamos a falar de um dos meus escritores favoritos que depois disso já tive o prazer de entrevistar. Não tive foi coragem de lhe contar esta minha história.


Tudo isto para dizer que enquanto não posso ter a minha casa cheia de livros, e não são as teimosas alergias que me vão impedir, há outras opções que me podem fazer continuar a sonhar com isso. The Literary Man é o hotel com mais livros do mundo. É em Óbidos e merece a visita de qualquer pessoa que goste de ler.






Já não me lembro de quantos livros me disse o proprietário que tinham no momento, provavelmente por estar tão impressionada com as estantes cheias até ao tecto. Talvez cerca de 50 000, mas certo é que o objectivo era até ao final do ano duplicarem o número. E claro que não resisti a fazer uma pergunta óbvia. No meio de tantos tesouros, não têm medo que alguém vos roube algum? E Telmo Faria respondeu como eu merecia: “Perguntam-me muitas vezes isso e eu respondo sempre que, se levarem algum livro, o pior que pode acontecer é alguém lê-lo.  


Entrando pelo antigo convento que agora é um hotel, temos à esquerda um espaço para os apaixonados pela cozinha. A balança não engana. À direita, outros ingredientes apimentam os amantes de boas histórias, com banda desenhada à mistura. Já na sala principal, dois sofás grandes convidam a um bom serão à lareira nos dias frios que podem ser ainda mais quentes com o bar de gin aberto até à meia-noite. Os cocktails são, também eles, obras literárias como a Lolita ou o Moby Dick.


A minha avó dizia, quando ainda sabia o que dizer, que lhe costumavam chamar a “papa-livros”. E eu gosto de pensar que tenho a quem sair. Adoro ler. Infelizmente tenho tido pouco tempo e, confesso, falta de paciência para o fazer. Mas este foi também um fim-de-semana com um lembrete para voltar aos good old days.


E se pensávamos que saindo do hotel, perdíamos a literatura de vista estávamos bem enganados. Óbidos continua com a ginjinha, mas as personagens principais da cidade medieval são hoje outras e toda a gente parece estar empenhada nesse sentido. Senão veja-se, há um mercado biológico que também é uma livraria, uma igreja que agora se chama livraria Santiago e até uma adega onde a literatura é o fim de boca preferido. Óbidos virou a página e espera que também vocês vão até lá escrever o vosso capítulo. E, ora pois, que sejam felizes para sempre.



R. de Dom João de Ornelas, Óbidos
262 959 214


Ando sempre com a cabeça na lua. É um facto. Mas há coisas que nem a mim me passam ao lado... A campanha da La Redoute deste fim-de-semana é uma delas. Ao encomendarem 5 artigos, todos têm 50% de desconto em todos os produtos (mobiliário incluído). E se não vos apetecer comprar 5 artigos, na compra de 4 também têm 40% (em todas as peças) e de 3 (30%). 

Há cores que não precisam de estação. O branco é uma delas. Mas eis que chegou com o protagonismo merecido sob a forma de looks totais. Vejam estas peças "imaculadas" que seleccionei: 


1. Blusa em ponto cheio - Laura Clement - preço: 49,99 (agora: 24.99€). 
2. Camisola - preço: 29.99 (agora: 14,99€)
3. Blusa de mangas curtas - Soft Grey - preço: 39.99 (agora: 19.99€)
4.Vestido de mangas compridas - Laura Clement - preço: 69.99 (agora: 34.99€)
5. Sandálias Mademoiselle R- preço: 59.99 (agora: 29.99€)
6. Blusa com gola de bicos Laura Clement - preço: 39.99 (agora: 19.99€)


Mais ideias em branco...

1. Ténis em pele Soft Grey - preço 69,99 (agora: 34.95€)
2. Blusa com folhos Laura Clement - preço: 15.99 (agora: 7.99€)
3. Sapatilhas com presilhas Soft Grey - preço 59,99 (agora: 29.99€) 
4. Blusa Karl Marc John - preço 84.99 (agora: 42.95€) 
5. Blusa de mangas curtas R Essential - preço: 29.99 (agora: 14.99€)
6. Blusa Molly Bracken 45,99€ (22.99€) 

Blue feeling... Azul, azul e azul: cobalto, celeste, ganga. Tudo o que remete para o mar ou para o céu de perder de vista, deve fazer parte do nosso closet este verão. E isso envolve vestidos esvoaçantes, pois claro!


1. Vestido Midi - preço: 35.99 (agora: 17.99€)
2. Saia Jacquard - preço 44.99 (agora: 22.49€)
3. Vestido Mangas curtas Soft Grey - preço 49.99 (agora: 24.99€)
4. Saia Midi com botões soft Greypreço 49.99 (agora: 24.99€)
5. Sandálias Mademoiselle R - preço: 69,99 (agora: 34.95€)
6. Vestido com decote à barco - preço: 17.99 (agora: 8.99€)

As riscas de marinheiro ou os famosos tops bretons tornaram-se must-haves dos nossos verões. Se os vossos já deram o que tinham a dar, com esta promoção vale bem a pena apostar em mais um. Que tal um decote em barco, para os passeios ao final da tarde?


1. Vestido - preço: 29.99 (agora: 14.99€)
2. T-shirt estampada - preço 17.99 (agora: 8.99€)
3. Camisola às riscas Soft Grey - preço: 49.99 (agora: 24.99€)
4.Camisola à marinheiro - preço: 19.99 (agora: 9.99€)
5.T-shirt às riscas com bolso - preço: 12.99 (agora: 6.49€)
6.Top de alças cruzadas atrás - preço: 39.99 (agora: 19.99€)

E as peles? Não, não ficaram no Inverno. As peles continuam em voga, bem ao lado dos caramelos, camel e dos acobreados.


1. Vestido comprido Soft Grey - preço: 64.99 (agora: 32.49€)
2. Calções em crepe fluido Laura Clement - preço 39.99 (agora: 19.99€)
3. Sandálias com tacão alto Soft Grey - preço 69.99 (agora: 34.95€)
4. Vestido com bordado inglês Soft Grey - preço 49.99 (agora:24.99€)
5. Vestido comprido Laura Clement - preço: 64.99 (agora: 32.49€)
6. Vestido em imitação pelica - preço: 34.99 (agora: 17.49€)

Sabe tão bem poupar por comprar em quantidade. Aproveitem, é só até amanhã dia 18! 

(Ainda me lembro de ficar horas a ver os catálogos e de fazer cruzes nas peças que mais gostava. Por acaso quando era pequenina era algo quase inspiracional porque a minha mãe não gostava da ideia de comprar alguma coisa sem experimentar. Mais tarde e, sobretudo, com a passagem para o online as coisas mudaram e tornei-me cliente e fã da La Redoute. E quando este fim-de-semana me deparei com esta oportunidade quando procurava a nova coleção não pude deixar de partilhar convosco.)


Fui entrevistada para o Observador a propósito dos meus hábitos de sono. Hoje, Dia Mundial do Sono, a Ana Marques foi descobrir casais com ritmos de sono diferentes. E eu, que tenho hábitos atípicos, faço parte do cenário. Deitar tarde e cedo erguer… não dá saúde nem faz crescer, sobretudo se temos um namorado desastrado e que bate com as gavetas, e desliga vinte vezes o snooze antes de sair da cama. Mas o melhor, é mesmo lerem o artigo e perceberem como se pode lidar com isso.


Colar OMNIA



Quem me conhece sabe que um dos meus maiores hobbies é ir ao cinema, bem ao lado de ler e de escrever. E já há alguns anos que tenho uma espécie de ritual pré-óscares que envolve uma maratona de cinema a tempo de ver todos os filmes nomeados para as principais categorias. Este ano a tarefa é mais fácil (está tudo mais concentrado), mas como já levo um bom avanço, aproveito para vos dar algumas dicas caso tenham que fazer uma selecção e não consigam ver todos. Começamos pelos que não podem perder!  Prometo não fazer aquilo que os amantes de cinema mais odeiam: spoiler! Que é como quem diz, aqui não vão saber pormenores a mais. Palavra de Marta!


“Tinha os olhos cinza, incolores, mas dominantes como a luz ou o fogo (...). A mulher também olhava para Therese (…). Então viu-a avançar lentamente até o balcão, e o seu coração deu um salto (…). Sentiu que o rosto lhe ardia à medida que a mulher se aproximava cada vez mais”, escreveu Patricia Highsmith em Carol, na altura com o pseudónimo de Clair Morgan. 

Um amor proibido. Quantas histórias de amor não começaram assim? Em Carol, duas mulheres, de idades diferentes apaixonam-se numa época em que o amor gay ainda era visto como um problema psicológico. A história, apesar de intensa é contada de uma forma contida. Alguém ao pé de mim na sala de cinema falava que era demasiado “limpinho”. O que essa pessoa não percebeu no filme, na minha opinião, foi que este não é um filme erótico. Esta é uma história de amor e de poesia; onde os olhares trocados, de tão intensos que são, quase que nos tocam; mas onde a contenção e a subtileza precisam de existir, quase como uma metáfora sobre a dificuldade que a sociedade tem em ver para além dos padrões e dos estereótipos. 


Neste filme não há pressa, nem extravagância; há amor, há encontro, há tempo para que a paixão nasça e para que nela surja aquela pressa que os apaixonados têm de saber, de se ver e de se tocar, quando tudo está à flor da pele mesmo que ninguém possa saber.Tudo isto, numa beleza melodicamente guiada por uma banda sonora que respeita os momentos e as pausas, composta por um jazz dos anos 50 que tem uma das minhas músicas favoritas de sempre na playlist: “You belong to me” que na versão original é de Helen Foster & The Rovers.

Aliás, este lado em que as personagens precisam de controlar o que sentem é uma das características-chave do filme. A inocência de Therese (Rooney Mara) e o brilho curioso dos seus olhos, ao lado de uma altivez perturbada de Carol (Cate Blanchet); um amor poético onde as entrelinhas emocionam. Dos detalhes da roupa, passando pelos penteados, maquilhagem ou mobília, tudo está emoldurado num quadro em movimento com uma fotografia perfeita. 



Fica a questão: Vale mesmo a pena lutar contra aquilo que somos? Aguentar e ser diferente quando depois não podemos ser quem somos por inteiro?

Outra coisa que depois faço sempre? Perceber as curiosidades dos filmes e neste caso, aproveito para vos contar que Patrícia Highsmith, a autora do livro, escreveu este romance em 1952, “The Price of Salt”, sob o pseudónimo Clair Morgan, baseando-se num acontecimento real seu. A história foi publicada numa altura em que não terá certamente sido fácil, pelo que representou também uma esperança. Já a argumentista, demorou onze anos a levar o filme para a frente. Porquê? Porque os nossos projetos devem ser estimados, e nem sempre têm que avançar rápido para acontecer. Às vezes, é preciso que seja o momento certo e o seu tempo. Este filme encontrou agora a equipa, as pessoas, e a liberdade para ser apreciado; e acredito que merece todos os elogios que já lhe foram feitos e o lugar que vai ocupar no coração de tanta gente





Tenho que vos confessar que os babyshowers nunca me disseram muito. Ok, também não tenho nenhum bebé, nem penso ter em tempos próximos, ou sequer muitas amigas grávidas. Mas quando a Patrícia me ligou a perguntar o que achava do assunto, saí-me com um: "Claro que vamos fazer! Eu ajudo e vai ser liiiindo!".  Não sei se estava com veia romântica por algum motivo no momento, mas uma vez lançado o repto, não há volta a dar! Foi assim que começou a história de mim a ajudar na organização de um babyshower maravilhoso, lowcost e que me fez mudar de ideias quanto às minhas teorias sobre o assunto. Portanto este é um post para vos incentivar a nunca deixarem que a vossa amiga grávida fique sem um babyshower. Vou deixar-vos algumas dicas e inspirações com base no que fizemos que podem facilmente replicar.  Acreditem, é simples de fazer, e vale totalmente a pena!


- Primeiro que tudo, há que fazer a lista de convidadas (é só mulherio, nada de adaptarem o método!). Não convidem demasiada gente a não ser que façam fora de casa porque senão é uma confusão. Aliás, mesmo que façam fora de casa, demasiada mulher junta, nunca dá bom resultado.

- Depois, decidam o local. Nós fizemos em casa da Patrícia porque não era muita gente e também poupámos dinheiro com isso. Basta-vos uma mesinha na sala, uma parede bonita e sofás ou cadeiras para sentar toda a gente.

- Decidam o tema. A escolha do tema não é difícil. No Pinterest há muitas inspirações (foi lá que tirámos a maioria das ideias!). Como é um menino, escolhemos elefantes e decidimo-nos por tons de azul, cinzento e branco. Quando decidirem o tema, tenham atenção para não exagerar. O objetivo é que vos oriente, mas que não seja enjoativo. Não vamos pôr elefantes na casa toda, certo? (muito embora eu gostasse!)





 - A cor pode ajudar nos alimentos. Por exemplo, fizemos limonada com corante azul, mas há vários doces que podem fazer dentro dos tons escolhidos como cupcakes, gomas azuis...

- A decoração é, de facto, uma das partes mais importantes da festa. Por isso, nós fizemos coisas muito simples, mas que são detalhes muito bonitos e que derreteram a mãe e as convidadas. 

Precisam de uma toalha branca para a mesa, básica. Partam sempre daqui.




- Uns vasinhos do IKEA brancos ficam sempre bem para colocar talheres, guardanapos e na KASA, por exemplo, encontram copos elegantes e que não parecem de plástico.

- Podem comprar fita (KASA) para colocar nos copinhos do arroz doce (utilizem copos de iogurte de vidro, por exemplo). Nós demos uns lacinhos e fizemos o mesmo na limonada azul e no sumo de laranja.

- Para que toda a gente use o seu copo, e não tire mais do que um, façam umas etiquetas simples com os nomes e colem com fita cola.  É uma forma de personalizar e simultaneamente de toda a gente saber de quem é o copo, além de que evita 20 copos espalhados pela casa.


- Plantas ou jarras são sempre uma boa opção, nós escolhemos umas artificiais do IKEA e uns jarros naturais que colocámos no chão.

- Além da mesa, podem ter outros pequenos recantos (como no Wall de entrada), sempre nos mesmos tons.

- Podem fazer um concurso entre as convidadas em que cada uma preencha um papel onde irá fazer futurologia com perguntas como: Em que dia vai nascer, quanto vai pesar, quanto vai medir.? Quem acertar em mais respostas ou estiver mais perto, ganhará um prémio no próximo baby shower ou no baptizado do bebé. 





- A parede dos conselhos. Aproveitámos uma corda de ráfia e algumas molas e colámos na parede. No final da festa, cada convidada escreveu conselhos para a futura mamã e pendurou numa mola.

- Neste tipo de coisas, o ideal é aproveitarem os vossos recursos. Têm uma amiga que faz umas coisas em design, então que trate das imagens necessárias. Têm uma amiga que gosta de fotografar, então já há fotógrafa...






- A iluminação é sempre muito importante. Por isso compramos uns candeeiros brancos e azuis, colocámos umas luzinhas para dar ambiente à mesa e umas lanternas espalhadas. Tudo do IKEA.

- O bolo foi feito numa fábrica. Levámos o desenho que queríamos.. (ideias retiradas do Pinterest, claro).


- Podem oferecer uma prenda às amigas que marcaram presença. É um miminho mas que faz toda a gente feliz. Nós colocámos um kit de lábios da Mary Kary que decorámos com um lacinho e uma etiqueta do Baby Shower.

- Na porta podem colocar uma placa a avisar que é ali a festa e, pela casa ainda podem imprimir umas imagens ou fotos que gostem e colocarem numas molduras.




- Não se esqueçam de colocar uma cestinha para as prendas algures.

- Por último, podem fazer jogos quando estiverem a entregar as prendas ou mesmo durante o chá.. 
Há coisas simples, mas que vão divertir toda a gente, como por exemplo jogos de tabuleiro (monopólio!!!)

Com isto tudo, e vão ver que não é muito, o vosso Baby Shower vai ser um sucesso. Vão ter sempre aquela amiga que sabe os detalhes todos gráficos dos partos (que toda a gente prefere não saber (blhac!), a amiga que quer introduzir a criança ao Star Wars, ou a amiga babada que vos enche de babygrows. E acreditem, é sempre uma boa oportunidade de estarem juntas! Com tão pouco tempo, com tanta coisa, uma desculpa é sempre uma boa desculpa! Quanto a nós, só estamos todas à espera que o nosso Pedrocas nasça.


Quanto às fotos foram tiradas pela Teresa e por mim. 



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