(Aviso prévio para homens: este é um post sobre coisas que vos ultrapassam e com as quais tendem a lidar pouco bem, por isso aconselho-vos a ficarem desse lado e a não prosseguirem na leitura.) 

Lembro-me de estar no colégio e de as minhas amigas me dizerem "Eu vou à frente e vês se tenho alguma coisa na saia". Achávamos que éramos discretas! Usávamos farda (castanha, aos quadradinhos e branca) pelo que qualquer incidente relacionado com a menstruação era um pânico. No entanto, anos mais tarde continuamos com medos e inseguranças nestes dias do mês. Nunca estamos 100% relaxadas ou confortáveis para lidar com o período. Já repararam que quando compramos pensos ou tampões no supermercado, temos tendência a esconder a embalagem e a disfarçar?




Se há marca que tenta que não tenhamos cá complexos a falar do assunto é a Tampax que escolheu um exemplo de uma mulher que se sente bem consigo mesma e que tem um espírito ousado para se fazer representar. A ex-maria rapaz Carolina Torres é a embaixadora dos novos Tampax Compak Pearl e explicou-nos, numa entrevista a meio de um shooting, como é dar a cara por algo tão pessoal ao mesmo tempo que se sente responsável para desmistificar o assunto"Chegas a uma altura em que percebes a responsabilidade que tens e em que estás a dar o exemplo a miúdas que te vão eventualmente seguir, como nós seguíamos outras pessoas quando éramos  mais novas, e às vezes dou por mim a pensar duas vezes no que faço... Este novo produto da Tampax foca-se muito nessa mulher emancipada e confiante. Se já é um bocado injusto para nós, temos de lidar com tanta coisa... o período, as nossas hormonas a brincarem connosco, o "TPM da vida", temos de minimizar ao máximo e relativizar. Temos de aprender a deixar de lado essa preocupação o que acaba por te tirar logo uma coisa enorme de cima."





Por fim, resolvi reunir aqui alguns mitos que me lembro de ouvir dizer sobre o período e, caso queiram partilhar, estejam à vontade que é sempre bom falarmos destas coisas sem problemas e de mulher para mulher

1) Não podes engravidar se tiveres o período – MITO. Não é comum, mas é possível.

2) Não deves ir à praia nem lavar o cabelo se tiveres o período. MITO. Quando estás menstruada, é mais importante do que nunca manteres-te limpa e fresca. Além disso, os tampões permitem-te tomar banho na praia ou na piscina como se não tivesses o período

3) A maionese "deslaça". A cerveja azeda. As plantas morrem se lhes tocares. Não podes fazer ginástica. Sentes-te fraca devido à perda de sangue. Não podes beber bebidas frias. MITO. MITO. MITO. Ter o período faz parte da condição de ser mulher. É algo natural e saudável, não é misterioso e muito menos influencia este tipo de coisas.

4) Engordas. MITO. Podes inchar, devido às alterações hormonais e sentir-te mais volumosa, mas não engordas por ter o período.

5) As amigas têm o período na mesma altura. VERDADE. A menstruação é uma variação hormonal e as hormonas podem ser alteradas em função de fatores externos. A ansiedade, o stresse, a rotina, a alimentação, tudo isso pode influenciar. E, se as mulheres convivem num ambiente com as mesmas condições, o seu ciclo é influenciado da mesma maneira e tende a “acertar-se” conjuntamente.

Da "Única Mulher" aos kizombas da rádio... África nunca esteve tão na moda, nem Lisboa teve tanto deste continente como irá ter nos próximos dias 27 a 31. O final do mês de maio traz uma oportunidade a quem, como eu, sonha um dia visitar terras africanas, ou para quem quiser recuperar memórias de toda a sua cultura.

Nos últimos dias de Maio, o Museu da Carris vai encher-se de cores, cheiros, padrões e ritmos quentes. São cinco países (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé) e cinco dias para um festival que exalta a cultura africana. Além de um mercado de marcas e produtos e uma área de gastronomia, é possível assistir a espectáculos musicais, teatro, dança, exposições de pintura, escultura e fotografia, tertúlias literárias e a alguns desfiles de moda. Entre muitos nomes, "África em Lisboa" vai ter obras dos pintores e escultores Malangatana, António Ole, Gonçalo Mabunda, Dilia Fraguito, Samarte, David Levy Lima, Lino Damião, João Carlos, Malenga, Ntaluma.




O evento acontece entre 27 e 31 de Maio, no Museu da Carris, em Lisboa, de quarta a sexta-feira entre as 18h00 e as 00h00 e no sábado e domingo, das 13h00 às 00h00. Os bilhetes para o evento, que para maiores de seis anos é de cinco euros/dia, podem ser adquiridos na bilheteira no local da mostra. Passes para a família, por dia, ficam a 18 euros e um passe individual de cinco dias fica a 22 euros.

P.S: Tenho cinco convites duplos para vos oferecer, bastando para isso que preencham o formulário abaixo. Irei anunciar os vencedores no dia 25, portanto apressem-se a participar!




Não é bonito, nem tão pouco fashion, mas a saúde não é de modas. Ser saudável e cuidar de quem amamos é intemporal. Há uns dias, mostraram-me um anúncio da Roche Posay que está a desenvolver uma campanha de sensibilização para nos fazer olhar pelos sinais de pele uns dos outros. O "método ABCDE" indica alguns indícios que devemos saber de cor e salteado. Cada letra corresponde a um aspecto de sinal de pele a que devem ter atenção. 


A) Assimetria: Um sinal que não tenha uma forma redonda ou oval, que tenha contornos e cores distribuídos de forma heterogénea em torno do seu centro.

B) Bordo: Sinais irregulares, de bordos recortados como um mapa.

C) Cor: Um sinal com diferentes cores (castanho, vermelho, branco, etc)

D) Diâmetro: Um tamanho superior a 6mm (tamanho de um afia-lápis).

E) Evolução: Sinal com alteração rápida de tamanho ou forma, espessura ou cor.


Uma investigação recente concluiu que cerca de 65% dos melanomas surge em sinais não existentes anteriormente, pelo que este estado de vigilância e uma consulta regular do dermatologista são duas práticas de prevenção fundamentais até porque 90% dos cancros de pele detetados a tempo são curáveis. Já fizeram o vosso skin check? Os fofinhos aqui de baixo dão o exemplo :)



Se nesta altura os ginásios se enchem de pessoas preocupadas e focadas em dar tudo para um corpo perfeito no verão, há quem se esqueça da importância de proteger a pele durante os 365 dias do ano. Tão ou mais importante do que tonificar os músculos, prevenir o nosso rosto dos raios solares e dos perigos que lhe estão associados é vital; quanto mais não seja para não verem uma aceleração do envelhecimento da vossa pele. E se os protetores solares devem ser usados numa base diária e não apenas na praia, vou dar-vos 3 conselhos para que a falta de tempo ou o esquecimento não comprometam a vossa pele.


1) Os chapéus. Além de estarem totalmente na moda - sobretudo os de palha -  são óptimos aliados na protecção cutânea, pois evitam uma exposição tão directa aos raios solares.


2) Água. Água. Água. Mais do que nunca, a hidratação do organismo deve ser uma prioridade. Não deixem a vossa pele sentir-se no deserto e, além dos líquidos que devem procurar consumir, abusem dos frutos ricos em água como a melancia, o melão ou a laranja. A vossa pele vai agradecer!

3) Os BB Creams e os CC Creams com filtro solar e um toque de cor podem ser os melhores amigos de quem não tem tempo de colocar protector solar de manhã, antes de ir para o trabalho, embora o ideal fosse o que já sabemos…Os meus favoritos são:






1) Com um SPF 30, este BB da Maybelline rapidamente foi parar à minha mala (o rosa é para peles normais e dá logo um ar saudável, já o azul tem ácido salicílico e é recomendado para peles mistas a oleosas). PVP 8€ (à venda em hipermercados).

2) O BB Cream da Roche Posay, é bem mais do que um BB Cream. Na verdade, é o primeiro creme hidratante com um toque de cor e que contém água termal especialmente formulado para peles sensíveis. Este produto uniformiza a pele e tem um SPF 20. PVP 15€ (à venda em farmácias).

3) O Nude Magic  de L'Oréal Paris adapta-se na perfeição à nossa pele. O seu efeito de pele nua funde-se na perfeição e contraria a pele baça, além de que contém antioxidantes e protetor UV. PVP 12€ (à venda em hipermercados).

4) O CC Cream da Mary Kay - descobri-o há pouco tempo num workshop de maquilhagem. Estava naqueles dias em que parecia um fantasma com olheiras... E fiquei com uma cobertura muito boa mas simultaneamente leve e discreta, contrariando a sensação de pele demasiado maquilhada. Com SPF 15 é indicado para todos os tipos de pele. PVP 27,50€ (à venda aqui).




5) Os novos Fluide Teinté Peau Parfaite Vinoperfect da Caudalie com FPS20 funcionam como um aperfeiçoador integral que cobre manchas e dá logo um boost de luminosidade à nossa pele. Experimentei-os pela primeira vez esta semana e senti que a minha pele ficou muito mais uniforme, até porque cobre pequenas vermelhidões cutâneas e eu tenho tendência a tê-las nas bochechas. Disponível em dois tons, este fluído é indicado no complemento de um tratamento anti-manchas de que vos vou falar muuuuito em breve! PVP 27,20€ (Disponível em farmácias).



E eu sei que se cansaram de ouvir os vossos pais falarem das horas de maior calor, mas é a sério! Evitem MESMO estar na praia entre as 12h e as 15h, por muito que seja essa a hora em que sabe melhor, por muito que férias sejam para descansar e que só apeteça acordar às 13h diretamente para a areia quente!  Mesmo os produtos com maior filtro solar não protegem a 100% as radiações violentas deste horário.



Gostava de passear mais em Lisboa. Cliché, eu sei. Mas gostava, pronto. E de sonhos vivem as nossas bucket lists, mas andei por aqui e por acolá a armar-me em turista de jardins no fim de semana passado, e lembrei-me de reunir alguns locais para aproveitarem Lisboa verdinha e fresca, caso não vos apeteça apanhar mil filas até à Costa Caparica ou torrar nos 34ºC previstos para o fim-de-semana. O caminho é por aqui:




1) Jardins da Torre de Belém

Comecem ao pé dos Jerónimos com toda a luz do sol reflectida, os mil e um estrangeiros que fazem fila à porta dos pastéis de Belém (que se justifica eu sei), passem pelos restaurantes com esplanada onde acham que somos estrangeiros: “Hey ladies, lunch?" e aproveitem para levar uma limonada da bicicleta do "Pedal a Gosto". Aqui, fazem limonadas fresquinhas e deliciosas e (shhhh eu sei que faz mal, mas fica aqui entre nós) podermos escolher o nosso açúcar com gengibre, hortelã, entre outras coisas que fazem da limonada um verdadeiro refresco da alma.





2) O jardim do Campo Grande é ideal para um picnic debaixo de uma das muitas árvores que o fazem um dos maiores espaços verdes de Lisboa. Aqui, há um lago onde podem andar de barco a remos (que nem o filme da pequena sereia) ou levar os cães a um parque canino (dentro do próprio jardim); e acima de tudo encontram um local calmo e relativamente desconhecido. A "Casa do Lago" é um óptimo café/esplanada para beberem um chá frio ou para comerem uns scones enquanto não contam as horas dos dias perfeitos.














3) Gulbenkian
O nome oficial é Parque Santa Gertrudes, mas todos o conhecem por “jardins da Gulbenkian” e era para aqui que tantas vezes fugia nas pausas das aulas da faculdade (ou talvez durante algumas aulas, mas isso não interessa!). Com uma cafetaria muito simpática e imensos relvados perfeitos para uma sesta ou para ler um livro, é um dos melhores locais para arejar as ideias.







4) Parque Florestal de Monsanto
Com vários espaços verdes, recomendo sobretudo a zona do miradouro dos montes claros que oferece uma vista maravilhosa sobre Lisboa.







Já sabem: é pegar na cesta, na manta aos quadrados, no queijo cammembert, nas uvas e nos livros e já têm planos para o próximo fim-de-semana!

Parka: Promod
Sandálias: Promod
T-shirt: Lefties
Jeans: Levis


É um bocadinho ao contrário do que acontece nas escolas. Aqui, em vinte ou trinta alunos, tenta-se que um reconstrua a sua vida e recomece a partir do erro. Há uns tempos, fui dar uma aula a uma prisão. A Professora Orquídea, falou-me do seu trabalho e aceitei o desafio de ensinar os reclusos a contarem uma história. Fiquei nervosa como se fosse falar para um auditório cheio de gente. O medo de dizer algo que não devesse, de ser demasiado infantil, os olhos sérios deles a observarem-me sequiosos de ouvir qualquer coisa de engraçado. Era só uma história. Sobre a liberdade. Li-lhes uma e depois escrevemos outra. Parece simples, mas eu suei por todos os poros. Depois, acho que eles gostaram. Houve um rapaz em particular que me chamou a atenção. Era tão inteligente... Como podia estar ali? Depois explicaram-me que o azar levou-o ao lugar errado, à hora errada e que as condições de vida que não teve, ou as formações que não existiram também não ajudaram. Outro, dizia: "A professora ainda vai trabalhar para mim porque eu vou ser o maior futebolista." Nós, lá do alto das nossas vidas estáveis tendemos a julgar...Claro que também há crimes hediondos para os quais não temos capacidade de compreensão, mas não nos cabe a nós avaliar. Como é a vida de um professor de uma cadeia? Fiquem com uma perspectiva de quem dá tudo o que tem e luta diariamente pelas segundas oportunidades. 

Há quantos anos é professora numa prisão e como foi esta mudança na sua vida?
Ao longo destes mais de 10 anos de serviço com componente letiva no Estabelecimento Prisional de Aveiro sinto-me cada vez mais professora. Para lá das paredes grossas, dos portões de ferro que se abrem com chaves grandes, das grades que impedem as janelas de abrir para entrar ar fresco, ou raios de sol… para lá dessa longa fronteira, estão pessoas.  Homens, que de uma ou outra forma, com maior ou menor motivação, com mais ou menos revolta, com maior ou menor esperança, esperam pela oportunidade de melhorar a sua vida. Todos querem um dia sair em liberdade e recomeçar uma vida diferente e mais feliz. E sabem que os professores, carregados de livros, papéis, computadores e outros materiais, lhes levam conhecimento, experiência, oportunidade. Mas levam também o cheiro da rua, do sol ou da chuva, o fresco do vento, a cor das flores, o canto dos passarinhos ou o barulho dos carros na cidade … o sabor da liberdade. Levam roupas coloridas que contrastam com as fardas dos guardas e com o ambiente escuro e triste. Levam sorrisos, levam tempo, levam paz.




Questiona-se muitas vezes?
Sim, no fim de cada dia penso que cada um de nós, tal como eu, se interroga pelo facto de estar “cá fora”. Eu, católica de formação, dou graças a Deus todos os dias, porque me fez nascer numa família com valores e que me foi dando, ao longo da vida, capacidade de entendimento e coragem para escolher caminhos seguros. Podia ter nascido sem pais, sem amigos, sem capacidades. Ou com pais que não soubessem cuidar de mim. Ou que soubessem e não fossem capazes pelas mais variadas razões. Podia ter tido na minha vida alguns momentos trágicos de desespero que me tivessem levado a cometer atos criminosos. Podia ter sido ou acontecido tanta coisa que me teria levado ao outro lado das paredes grossas de um qualquer estabelecimento prisional.
















Como é o Estabelecimento Prisional de Aveiro?
É uma prisão de “passagem”. A grande maioria dos reclusos está em prisão preventiva, sem saber o que lhe vai acontecer. A ansiedade é característica comum de todos. Uma ansiedade crescente à medida que se aproximam os julgamentos e que pode ser diminuída nas aulas, porque o ambiente que se vive é sempre de mais serenidade e confiança. Os reclusos que procuram a escola, são pessoas com histórias de vida diferentes, percursos escolares também diferentes. Nem sempre estão motivados para ir à escola; quase sempre, pelas mais variadas razões não tiveram experiências positivas no passado ou nunca foram, porque a vida foi demasiado cruel e o tempo da infância foi ocupado na tentativa de ganhar algum dinheiro para ajudar a família, ou porque nunca ninguém os motivou suficientemente, ou também porque as suas dificuldades nunca foram preocupação de ninguém. 

Por isso, o tempo na escola foi ocupado a assistir aos sucessos de outros e a sentimentos de incapacidade e anulação da autoestima. Agora, durante o tempo de reclusão, querem tentar uma última experiência escolar. E vêm sempre ter connosco com alguma expetativa: uns apenas esperam que a inscrição na escola possa favorecer uma saída antecipada (talvez o juiz acredite que estão a fazer um esforço pela sua própria reintegração); outros querem mais do que isso: aprender a ler e a escrever, a possibilidade de obtenção de habilitações suficientes para aquisição da carta de condução, “passar o tempo mais rápido”; acabar um nível escolar que começaram há muitos anos sem sucesso... Alguns ainda esperam ocupar o tempo de reclusão de forma útil e menos pesada. Dizem esses: “Pelo menos na escola as conversas são outras e aprende-se alguma coisa. E sempre são pessoas que se nota que nos querem ajudar. Podemos conversar com eles, dão-nos bons conselhos e não nos julgam pelo crime que cometemos.” Querem começar uma vida nova quando vierem para a rua. Querem ter mais formação (escolar e humana), mais conhecimentos, mais facilidade em conviver com os outros. Querem aprender a respeitar e a cumprir regras. Querem ter um trabalho honesto e deixar os caminhos fáceis que os levaram à cadeia. Querem até continuar a estudar “lá fora”. 

O ensino numa prisão é totalmente diferente, as expectativas também?
Muito mais do que ajudar a adquirir conhecimentos escolares. Queremos e devemos ser para cada um, a resposta que procuram. A ajuda eficaz para que consigam mesmo “mudar de vida”. Conscientes de que não conseguimos melhorar a vida de todos os nossos formandos, nem proporcionar a todos as aprendizagens que desejaríamos, temos a certeza que o nosso papel não é inútil. Assistimos à mudança. Sentimos o reconhecimento e a alegria do crescimento em valor humano.





Há muita gente que critica o nosso sistema…
Impõe-se muitas vezes a questão: Está certo? Serve para alguma coisa a reclusão? Será
verdade o que tantos dizem: que a prisão é uma forma de formar ainda mais e maiores criminosos? Privar as pessoas de dias ou anos de vida será positivo? Condenar pessoas que não tiveram oportunidade de perceber que há regras sociais que devem ser respeitadas, é correto? Não temos resposta para estas questões. É muito complicado mesmo. Eu pessoalmente acredito que para uma sociedade sem prisões, era necessário que muita coisa mudasse cá fora. Que o investimento em educação fosse muito maior, que os apoios sociais nunca falhassem. Que a sociedade fosse muito mais solidária e responsável. Mas, porque as cadeias existem é preciso que não sirvam só para castigar, aumentar a revolta e promover o crime. O tempo de reclusão, as prisões podem servir para reintegrar. Para ajudar a refletir, para formar consciências, para adquirir regras básicas de convivência e respeito pelos outros. E podem também servir, e servem, para reabilitar tanta gente que não tem nada nem ninguém na rua. Gente que ali encontra segurança, cama, comida, higiene e, sobretudo, gente que quer ajudar a contrariar a solidão da vida.

Nota: As duas últimas fotos são do Estabelecimento Prisional de Aveiro e foram retiradas dos cadernos “Desafios Nº9” publicados pelo SAME da Universidade Católica do Porto.


A poucas horas de podermos dormir uma noite sem despertador, venho falar-vos de formas de dormir. Num dia dormimos de um lado, noutro para o outro. Mas uma coisa é verdade, todos andamos sempre à volta das mesmas posições. Aquela posição que nos deixa confortáveis, mesmo que nalguns casos pareçamos uns mortos ou que fiquemos encolhidos como uma ervilhinha. Eu sou dessas, que dorme de lado e às vezes agarro-me à almofada, também... Mas o que quer isso dizer de mim? Pareço aqueles questionários das revistas de adolescentes, não é? Mas li um artigo feito com base em estudos sobre os tipos de personalidade influenciarem as posições do sono e, como achei engraçado, resolvi partilhar! Ora então:



1) A posição fetal é das mais populares no mundo dos que dormem. Se parece desconfortável para alguns (não para mim!) diz-se que até é das mais confortáveis para a maioria das pessoas. Quem dorme assim, parece durão e forte, mas por dentro é bastante tímido e sensível. No que a mim diz respeito, confere!


2) De lado, direitas com os braços para baixo e as pernas também. Parece-me estranho dormir-se assim tão esticado e direito, mas há quem o faça. E, alegadamente, são pessoas muito sociais e confiantes, mas também um pouco ingénuas...Alguém por aí que confirme esta versão?

3) De lado mas com os braços esticados. Nunca vi ninguém dormir assim, mas até não são assim tão poucas as pessoas que o fazem. Segundo estes estudos, quem dorme deste modo é, geralmente, muito extrovertido e hospitaleiro. No entanto, é também algo cínico e desconfiado. Ah, e lento na tomada de decisão, mas quando decide… decide mesmo. 

4) Estilo militar ou seja, de barriga para cima e braços ao lado do corpo. Diz-se que esta é daquelas posições em que mais se descansa e que pertence a pessoas que se levam muito a sério e com grandes expectativas sobre si próprios e para os outros à sua volta.

5) Freefall, ou seja barriga para baixo. O meu irmão dorme assim.. Agarrado à almofada, com a cabeça para um dos lados. Falamos de personalidades com um espírito “livre”, sociável e por vezes nervoso (mas em segredo). Diz também, neste artigo, que são pessoas com alguma sensibilidade a críticas.




6) Tudo esticado. Braços e pernas. Ou posição "estrela-do-mar". Pessoas que preferem este estilo pouco convencional são amigos muito leais, e concedem aos seus amigos uma enorme importância. Gostam de ouvir os problemas dos outros e de ajudar.




7) De costas mas descontraidamente e com um dos braços ou pernas esticados. Aqui falamos de pessoas com flexibilidade na personalidade e que são facilmente persuadidas pelos outros.




8) Agarradores de almofadas. EU!!!! Pessoas que colocam grande importância nas amizades, família e relacionamentos. E tendem a ser pessoas que procuram agradar e ajudar os outros, por vezes esquecendo-se de si mesmos.

 Almofadas Paraty Pura Cal (26,50 €) 

And the winner is...Já toda a gente ouviu falar de BB creams, mas provavelmente associados ao rosto. E se vos dissesse que agora há um creme para a pele do corpo com as mesmas características?


Um estudo recente indicou que cerca de 80% das mulheres se sentem desconfortáveis com a sua pele do corpo devido a estrias, rugosidades, cicatrizes e imperfeições. O novo BB Lotion da Natural Honey com ácido hialurónico, rosa mosqueta e colagénio ajuda a minimizar todos estes "issues".

Prós: A primeira vez que apliquei (a minha pele é mesmo muito seca) notei uma diferença significativa;  parecia que tinha aplicado uma base no corpo e ficou com um aspeto mais bonito, além do normal da hidratação.

Contras: Não gosto da embalem. 


Podem encontrar este produto já à venda nos hipermercados com um custo de 6,99€


Hoje vou poupar-vos do tema do dia da mãe. Não porque não o valorize, pelo contrário. Não porque não tenha um carinho do outro mundo e uma dedicação enorme à minha, porque tenho, mas porque cá em casa o dia da mãe foi ontem. Foi um daqueles dias que vão virar fotografia nas molduras lá de casa... Mas o assunto hoje é outro, e pode ou não estar relacionado, já que foram as nossas mães que nos deixaram vestir as suas roupas, usar os seus colares, calçar os saltos altos que nos saltavam dos pés...

Conheci a Promod em Paris e, apesar de já ter sido há algum tempo e de ter feito compras (básicas) lá, nunca tinha posto os pés na loja da marca em Portugal. Shame on me! Mas mais vale tarde que nunca, certo? E depois de um evento e de conhecer a coleção de Verão, percebi que andava a dormir. Sabiam que a campanha SS15 da marca foi filmada em Lisboa? 


Entretanto, escolhi estas peças no meu "look Promod de um dia"  (claro que acabei por comprar o casaco e as sandálias laranja!) e, como quero que ganhem 50 euros, que tal darem um saltinho ao facebook da Promod? Está a decorrer um passatempo onde só têm de fazer like e deixar o vosso e-mail para se habilitarem a ganhar
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