O dia dos namorados enjoa, chateia, mas quer se queira quer não, mexe com as pessoas e acaba sempre por se comprar qualquer coisinha para não se ficar mal na fotografia. Agora, a diferença não está em dizer que não se liga, mas sim na forma como se celebra, como se oferece e na continuidade que se dá. Um estudo da Odisseias revela que cada português gastou entre 20 a 50 euros no dia dos namorados este ano, mas vale a pena fazer mais do mesmo? Oferecer o mesmo perfume que se compra todos os anos, o ramo de flores comprado à pressa numa esquina onde estão 50 iguais preparados para os homens esquecidos? Acima de tudo interessa (cá para mim) o motivo e, pode ter passado o dia, mas vão sempre a tempo para fazer algo especial. Ficam as minhas ideias!



1) Já a dama e o vagabundo partilhavam esparguete num jantar à luz das velas, por isso podem sempre oferecer um jantar num sítio especial (naquele lugar onde se imaginam só com ela, onde comemoram o primeiro trabalho, ou onde tiveram o primeiro date).  Podem sempre deixar os bilhetes naquele sítio que ela mexe sempre (como o kit de maquilhagem). "Jantas comigo esta noite?". Caso queiram criar novas memórias a Zomato selecionou 50 restaurantes românticos. 

2) Aquele batom… Sabem que todas as mulheres gostam daquele batom  'xpto'. O batom que as torna sedutoras. Mas desenganem-se homens, porque não chega! Acrescentem um toque pessoal, senão é só um mero batom... uma bolsa bonita com um cartão dentro que fale dos seus beijos ou uma cesta com o batom lá dentro que tenha também suspiros e ingredientes que vos façam lembrar os beijos dela (canela, morangos, malaguetas, etc).

3) Sapatos. Tal como as jóias, as mulheres não lhes resistem. Mas se quiserem arriscar num par de sapatos, deixem um sapatinho solto algures (como se ela fosse a vossa cinderela)...e uma abóbora! A nova coleção da Aldo tem umas sandálias lindas, que ficam bem em qualquer pé.

4) Chocolate. Se a vossa mulher gosta de chocolate então, este é um bom caminho. Um fondue de chocolate e frutas. Preparem um jantar romântico, um bom vinho e surpreendam-na com umas trufas de chocolate (ou se não quiserem arriscar: com nutella).


5) Os homens dizem que as mulheres são mais bonitas ao acordar,  por isso podem sempre oferecer-lhes um pijama que signifique que querem dormir sempre ao seu lado. A nova coleção da women'secret dá uma ajuda.

6) Se quiserem oferecer um relógio, para que ela deixe de se atrasar, mais vale criarem uma versão mais romântica de que é para o tempo passar mais rápido até voltarem a vê-la. Espreitem a coleção de relógios da Tous e inspirem-se nas tender stories.



7) GPS - para que nunca se perca e porque ela é vosso norte.

8) Um livro (aqui devem mostrar que a conhecem bem…) ou então ofereçam-lhe um romance que a faça sempre sentir-se saída de um conto de fadas. Personalizar com uma dedicatória é o mínimo...

9) Uma caixa com bolachas para acompanharem com o livro (ou não). Jane Eyre, Anna Karenina, Romeu e Julieta: a versão do dia dos namorados da Dan Cake está  um amor e serve como decoração.



10) Um verniz porque as mãos dela são de fada. Mas aqui adicionem um creme de mãos, uma lima gira. A coleção da Essie para o dia dos namorados tem duas cores muito fáceis de gostar...e românticas!

11) Um kit de viagem porque querem passar a vida a viajar com ela (opção low cost): shampoo, condicionador, body cream e gel de banho... Tudo para continuar linda e maravilhosa onde quer que decidam ir. (0,99 cêntimos cada um destes frasquinhos) no Minipreço. 

12) Um álbum.. este dá mais trabalho, mas podem colocar só uma ou duas fotos e comprometerem-se a tirar mais fotos (como ela gosta) e a revelar. A IKEA tem um álbum que permite personalizar com autocolantes, por exemplo. 

13) Um quadro de ardósia. A This&That no Príncipe Real tem um em forma de coração muito querido para colocar nas portas. 

14) Espelho, espelho meu. Não há ninguém mais bela do que ela... 

A ideia é que sejam românticos, sempre que possível. Não há nada mais valioso numa relação do que dar ao outro, surpreender, relembrar porque se gosta tanto daquela pessoa. Pode dar um bocadinho de trabalho, mas compensa tanto...


Há muito tempo que não andava num comboio regional (e muito menos assim tão cedo!). E, enquanto o sono não me abate, porque com menos de quatro horas de descanso, sinto a cabeça pesada, as costas doridas e um frio que se explica nas palavras da senhora de caracóis da frente: "Não me lembro de um ano com temperaturas destas", vou tentar escrever qualquer coisa para me lembrar desta viagem. O comboio marca 4 graus no exterior. Aqui, estarão certamente alguns mais, mas a cada vez que as portas se abrem nas estações de terras com nomes que nunca imaginámos, é como se todo o esforço do aquecimento colectivo se fosse; e vem um frio debaixo das cadeiras... Junto as pernas (com alguma força) para tentar contrariar as entradas de ar, mas nem por isso resulta. Como é que eu dantes aguentava andar sem um sobretudo no inverno? Nos tempos da secundária em que achava que estar na moda era usar casaquinhos fininhos em pleno inverno com tops que mostravam a barriga... Não perco muito tempo a pensar nisso, embora saiba que hoje seria incapaz (nem que me pagassem!) até porque agora só com camadas e camadas de roupa e mesmo assim... Também hoje demoro imenso tempo a mergulhar na praia e dantes passava a vida na água. Será que à medida que crescemos a temperatura do corpo diminui? Talvez o tamanho do corpo deslocalize o calor...Deve haver alguma teoria sobre isto. Para o meu lado entraram, agora, três miúdos que vão para a escola. O que parece o Tiago Bettencourt em ponto pequeno fala das três horas de sono que tem em cima e que ainda vai fazer educação física... Respondo-lhe solidariamente com os olhos (e os papos que os tornam pequeninos). Agora sim, começa a amanhecer. Já me esquecia de como era bonito visto assim de uma carruagem velha. O outro miúdo prefere jogar PlayStation daquelas portáteis a ver o sol a nascer, no meio de um céu carregado e escuro que ameaça chuva... Talvez se tenha cansado de ver todos os dias ou não perceba a importância do nascimento de um novo dia; o que isso significa a partir de uma certa altura na vida...Estou quase, quase a chegar, por isso vou terminar este meu relato com um bom dia e um desejo de força para esta semana: vamos precisar dela!

Daqueles vícios que acabam sempre por voltar nos momentos de maior pressão. Se souberem truques para não roer as  unhas, eficazes, por favor… digam-me. No meu caso, uma das poucas coisas que funciona é ter as unhas bonitas, por estúpido que possa parecer. Porque normalmente quando as arranjo, não tenho coragem de as estragar; já quando o verniz começa a estalar também tenho tendência para ajudar nos danos, pois claro. Enfim, certo é que não é por falta de opções giras porque há cada vez mais vernizes de boa qualidade conjugada com uma enorme variedade de cores. E, como diz a minha esteticista, "Não é admissível que traga as unhas nesse estado!".
 



É o caso da Opi, uma marca que conheci recentemente e que, apesar de ser ligeiramente cara (14,90€), vale a pena até pela quantidade do verniz (15 ml quando a maioria das marcas tem entre 8 a 10ml),  já para não falar da qualidade e diversidade de tons que há nas prateleiras (ora espreitem a coleção das 15 shades of grey, ideal para quem vê a vida em vários tons de cinzento!). Vendem-se na Perfumes e Companhia e podem pedir de presente no dia dos namorados, ou oferecerem a vocês mesmas.  A coleção que fotografámos é de Inverno, chama-se Nordic Collection e é composta por 12 tons. Os meus preferidos são o púrpura e o caramelo…

Este editorial foi fotografado no lindíssimo e histórico Hotel Inglaterra  (mesmo ao pé do Casino Estoril) e aproveitámos os tons suaves das paredes da zona renovada, para contrastar com as cores alegres desta coleção. Também das camisolas, da Relish, procurámos  que fossem lisas e uniformes, para que o verniz sobressaísse de forma a que nos fosse possível passar a sua cor para as fotografias. Espero que gostem!



Aposto que toda a gente tem aquele ator que “nunca lhe falha”. Aquele que gostamos sempre de ver num filme e que, mesmo quando os filmes não prometem, nos faz vê-los. Chegamos quase a identificar-nos como se o conhecêssemos. E eu também tenho um desses, ou melhor, uma. 


É a Keira Knightley. Demasiado óbvio? Começou algures com o “Orgulho e Preconceito”, passou pelo "Expiação", consumou-se na "Duquesa" e no "Anna Karenina", mas foi num dos últimos que vi, o "Num outro tom”, que descobri o seu lado de cantora e onde senti que a minha escolha fazia ainda mais sentido. Passo a explicar já que não só esta é uma atriz incrivelmente bonita e talentosa, como procura reinventar-se, arriscar e superar-se; que é algo que falta a tanta gente quando já se está lá bem no topo - bem no comodismo do estatuto alcançado: A capacidade de não bastar o que já se tem e de não nos deixarmos contentar. Não quer dizer que seja cantora, porque não é. É atriz, clara e assumidamente. Mas os desafios existem, e arriscar, sair da zona de conforto é uma coisa boa. E não é só quando se quer melhorar, é principalmente quando já se está bem.


P.S: Nos cinemas, podem ver esta atriz em mais um filme muito bom: The Imitation Game. Recomendo, pois claro!


Tenho uma amiga que diz que sou clássica; não é no mau sentido, ela é que gosta de nos catalogar... Mas a verdade é que se tivesse que dizer um estilo onde me encaixasse totalmente, seria aquele que desse menos trabalho, desde que elegante. Coisas básicas, clássicas, intemporais misturadas com algo mais arrojado, por vezes. E, num dia em que fomos assistir a uma peça à noite, aproveitámos para tirar umas fotos com o desafio a que nos colocámos: Escolher uma marca clássica e adaptá-la dos pés à cabeça ao nosso estilo. 



Optei por um vestido preto, básico, com um casaco creme de caxemira. Tudo da Cortefiel. Assim como a carteira e a pulseira. Esta é para nós uma marca que consideramos discreta mas, ao mesmo tempo, versátil e elegante. E acho que não correu mal... Não sendo para todos os meus dias, tem peças - também pela qualidade -  que podem (e devem!) fazer parte de qualquer closet.


Aproveito para vos deixar com alguns items ainda desta coleção outono-inverno que podem encontrar em loja (quem sabe em saldos) e que vão continuar a dar-vos jeito uns mesinhos e, sobretudo, para o ano!






Já lá vão 3 meses, mais coisa menos coisa, desde que comecei a fazer o tratamento Dercos Neogenic da Vichy e não podia abandonar este desafio sem fazer uma análise final. Somando tudo, o saldo é muito positivo. No meu caso a falta de densidade capilar era algo discreto, localizado e que não afectava a minha vida, mas a verdade é que muitas pessoas sofrem com pouco cabelo e não têm noção de que existem algumas alternativas.





O que senti em concreto?


-  O cabelo mais forte (não tenho qualquer dúvida em relação a isso).

- Muitos cabelos novos na zona da risca - onde incidi a aplicação - e, agora já para o final do tratamento, posso afirmar que são cabelos fortes e novos. Isto porque no início apareceram timidamente, fraquinhos, mas agora já têm um comprimento considerável e fazem toda a diferença.



- Maior resistência à queda (lembram-se que eu comecei por achar que tinha queda de cabelo?)


- Sendo um tratamento difícil de seguir à risca, compensa o esforço. Às vezes custa à noite, quando estamos a morrer de sono, ir até a casa de banho e por uma ampola. Mas quando pensamos no cabelo forte e bonito acaba por compensar.



- Gosto dos cheiro das ampolas e, como coloco à noite, já reconheço o perfume na minha almofada...

- Sinto que o rabo de cavalo hoje me fica muito melhor e mexer no cabelo espontaneamente já não me assusta pois já não corro o risco de parecer ter alguma falha nesta ou naquela posição.

- Não creio que vá ficar por aqui na utilização porque fiquei mesmo a gostar do produto. Acho que vou agora fazer uma pausa e perto do verão, ou depois da praia, quando o meu cabelo ficar mais frágil, voltarei a atacar.








No Couço, mais precisamente no Monte das Faias, perto de Coruche, as estrelas são elas com direito a médico, dentista, tratador e muitos hectares para serem livres e felizes. Outra coisa não seria de esperar, ou não fossem estes animais os artistas principais no processo produtivo da linha Philippe by Almada, feito nem mais nem menos do que com leite de burra. Sim, leram bem: leite de burra! São cerca de 40 as burras mirandesas que se rebolam na terra, dão pinotes e pedem festas. 


Diz-se que a Cleopátra tomava banho envolvida nesta fórmula para aumentar toda a beleza da sua pele, motivo de sérias invejas e que, por isso, possuía um rebanho de 300 burras especificamente para esta finalidade. O que faz sentido já que a uma burra é apenas retirado diariamente cerca de 1,6 L de leite o que é uma grande diferença em comparação com uma vaca, que por dia produz aproximadamente 30 L. Mas este acabou por ser um ingrediente esquecido no tempo até 1955, altura em que um jovem agricultor decidiu retomar a sua produção em Ariège. Certo é que hoje em dia, são conhecidas muitas das propriedades que o leite de burra concentra. E se à primeira vista, pode parecer estranho, ao primeiro contacto com o creme é difícil querer-se outra coisa.


Filipe, Jorge e Miguel convidaram-nos (a mim, à Helena e à Mia) para ir à herdade onde tudo acontece e, curiosas como somos, achámos que nada ver para saber do que falamos. Primeiro fomos, então, conhecer as crias. (Não imaginam como são amorosas!) E, em seguida dirigimo-nos para o local de pasto, onde aproveitei para montar a Bolacha. 

Depois de vermos a quantidade de espaço que têm e o como parecem felizes,  fomos assistir à recolha do leite que depois é transformado em pó para potenciar as suas propriedades na linha cosmética. Achámos engraçado ver como as burras vão sempre para o seu sítio no momento da ordenha mesmo que as puxem para outro lado; e que ditem as horas pois, como se um relógio transportassem, lá estão elas no sítio à porta a aguardar pela sua vez à hora certa.  E é a elas que importa agradar, portanto as horas são cumpridas.  
A linha de cosméticos Philippe by Almada, incluiu  creme de rosto, leite corporal e sabonete hidratante, todos com leite de burra em pó numa base de ceras naturais, óleo de jojoba, manteiga de karité e vitamina E. Os preços de venda recomendados são de €20,99 para o creme de rosto, €18,92 para o leite corporal e  €4,98 para o sabonete. Os produtos estão disponíveis a partir nas lojas Well's de todo o país ou online no site da marca. Mas o que tem o leite de burra de tão especial? “A sua composição, que é muito próxima do leite humano, é muito rica em nutrientes essenciais e oligo-elementos, pelo que apresenta propriedades restauradoras e renovadoras, aporta maior elasticidade e vitalidade, refletindo-se com a sua utilização numa pele jovem e saudável”. Explica Filipe, um dos sócios envolvidos neste negócio que reforça a sua importância na firmeza, prevenção das estrias, e poder antioxidante, comprovados nos testes efetuados e uma elevada tolerância de peles muito sensíveis.
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