É ou não é verdade que sempre que falamos de proteção elevada, dá logo vontade de fugir a sete pés porque pensamos que bronzear será quase impossível? E que quando vemos algum protetor que fala de bronzeado, automaticamente imaginamos que terá propriedades autobronzeadoras e que, logo, não nos vai proteger a 100%? E se vos disser que uma coisa não tem nada a ver com a outra e que já existem alquimias perfeitas no mercado? O protetor (nunca é demais repetir) protege, não impede o bronzeado. Mas mesmo para quem acha que assim é, e para os que não acham, mas gostam de fórmulas perfeitas, a Vichy lançou Idéal Soleil Bronze que junta o útil ao agradável, ou seja: protege e bronzeia (mas sem autobronzeador). 





Ainda vou continuar a ir à praia mas "so far so good", com este protetor ainda não apanhei um único tom vermelho na pele (um único!) e senti que estava a ficar mais bronzeada de uma forma que é pouco comum em mim, já que demoro sempre séculos a ganhar um tonzinho que seja.

O que distingue a gama Ideal Soleil da Vichy das outras?

-  As propriedades antioxidantes que compensam a perda de vitamina E induzida pelos raios UV e que  previnem o envelhecimento da pele causado pelo sol.

- Enriquecido com ácido hialurónico, confere à pele uma sensação de conforto durante o período de exposição solar.

- O gel fluido hidratante para rosto, além de proteger, hidrata a pele em profundidade prolongando a duração do bronzeado, deixando-o homogéneo e luminoso. Formulado com filtros Mexoryl que permitem uma ampla proteção dos raios UVA e UVB, permanecendo fotoestável.




- A primeira gama que junta uma proteção solar eficaz e elevada (factor 30 a 50) a um complexo otimizador de bronzeado que melhora a qualidade da pele (que o sol faz-nos parecer mais bonitas mas há coisas que não são assim tão perfeitas, como as borbulhas, o bronzeado heterogéneo, etc)

- Um bronzeado  visivelmente mais rápido com uma fórmula sem autobronzeador apenas enriquecido com intensificadores de melanina que permitem o processo de bronzeamento natural.

- Formulado com água termal Vichy que confere à formulação propriedades suavizantes e calmantes.


E, cada vez mais sabemos que o segredo de uma pele bonita está não apenas nos cremes que usamos, mas também naquilo que comemos, por isso fiquem com a receita que a nutricionista (lindíssima) Lillian Barros sugere para prolongar e optimizar o bronzeado perfeito. 


Por fim, que este post daqui a nada fica um livro, para quem ainda vai tirar férias ou apenas aproveitar ao máximo o Verão que ainda tem pela frente (eu!!!) tenho um PASSATEMPO em que irei sortear um spray de 200 ml (corpo) da gama Vichy Ideal Soleil Bronze (SPF 50) e um gel fluído protetor de rosto (SPF 50). 

Para participarem, basta serem seguidores da página de facebook da Vichy, da minha página no facebook e /ou instagram (pegadafeminina) e preencherem o formulário abaixo. Tão simples como ter uma pele bonita e um verão ideal... O passatempo vai durar apenas uma semana, por isso na próxima quinta-feira (3 de Setembro) estarei a anunciar o vencedor. Boa sorte!




Eu sou terrível! Faço passatempos e depois esqueço-me de sortear os vencedores. As férias fizeram-me mal! Pronto, aqui vamos nós atualizar-nos relativamente a estes affairs. Lembram-se dos Takis? Ora deixo-vos com a lista dos 6 vencedores. Parabéns e nada de abusarem! Vou contactar-vos para que a marca vos envie o vosso prémio o mais rapidamente possível.








Adoramos ver cat eyes - nome dado aos olhares felinos desenhados com eyeliner -  clássicos ou gráficos mas... e fazê-los? Não que eu seja uma expert, mas fazer o risco preto já não tem de ser algo utópico. Reuni 10 dicas de maquilhadoras para tornar a tarefa mais acessível. O olhar esfumado e profundo pode deixar de ser uma miragem e passar a ser até algo que utilizem com alguma frequência. Lembrem-se que quanto mais experiência forem ganhando, mais fácil passará a ser a aplicação. É como em tudo… 



1) Limpar bem a zona dos olhos. É fundamental que antes de aplicarem o que quer que seja, façam uma limpeza com uma solução de olhos adequada (e não agressiva). Só depois, poderão pôr “mãos à obra.”

2) Experimentem vários tipos de eyeliner. Para quem está a começar, o mais indicado é a solução em caneta com ponta de feltro já que oferece uma maior estabilidade.



3) Depois de aplicarem o corretor, podem fazer um “traço-guia” com um lápis preto que vai ser uma preciosa ajuda...

4) Um espelho (dos que ampliam) ajuda sempre. Coloquem-no sobre uma mesa para poderem fazer a maquilhagem com os braços apoiados e estáveis.

5) Comecem por experimentar o produto na mão pois o objetivo é que se familiarizem com a ponta do eyeliner que estão a usar. Se, ainda assim, fazer traços firmes e bem definidos for difícil, optem por fazer pequenos pontos ao longo da pálpebra móvel, bastando uni-los no final.




6) Comecem a partir de dentro, no canto interno do olho, e parem no centro do olho; depois recomecem a partir de fora, direccionando a linha até ao risco que ficou a meio, com um linha ligeiramente mais curva.

7)  Para ficar simétrico desenhem num olho e depois no outro, afinando o traço apenas no final…

8) Se o traço não sair perfeito e, mesmo assim, não quiserem estar a refazê-lo, podem aplicar um pouco de sombra de olhos, com um pincel fino, que ajudará a minimizar as imperfeições.


9) Não tenham medo de experimentar! Mesmo que o traço saia mal, um cotonete com desmaquilhante pode ajudar a modificar, corrigir. E o corretor de olheiras também pode aliar-se contra os“borrões”. Tentem é lidar com o erro de forma rápida para que o liner ainda esteja húmido.

10) Se o objetivo é que o olho pareça maior, não façam o risco preto em baixo, ou, se fizerem, não juntem o traço inferior com o superior pois apesar de criar intensidade, vão fechar o olhar e ficar visualmente com uns olhos mais pequeninos.


Mal se entra em Ponte de Lima, D.Teresa relembra como é importante sermos fiéis ao que acreditamos, independentes, autónomos. Uma figura incontornável da nossa História surge numa das rotundas principais davila mais antiga de Portugal. É quase tão difícil não se reparar, como nos bancos ou nos vasos todos impecavelmente pintados de vermelho.










A cor da paixão invadiu a vila e, um pouco por todos os recantos e encantos, há qualquer coisa pintada desta cor, que lhe traz tanta vida! Lembro-me de aqui ter vindo há uns anos buscar o meu primeiro carro (parece que tive muitos!), mas acho que nada disto estava assim, ou fui eu que na altura não reparei. Anos mais tarde, ou seja hoje, regressei apaixonada e fiquei completamente rendida aos vasos de flores à janela, às mercearias coloridas, às esplanadas, lojas de artesanato, ao rio e às pontes… Pelo contraste e espetáculo de tradição, cor e beleza com que o nosso país sempre nos brinda.



Andámos, andámos, andámos… E mais horas o dia tivesse! Parámos na Mercearia da Vila para lanchar, um espaço onde recomendo a visita e que gostava de trazer comigo para Lisboa, mas em segredo para ser só meu! Decoração vintage (bem feita!) e petiscos como crepes de alheira ou cachorros (bem diferentes do “normal”)... E, além do café, aqui também há quartos todos muito brancos e bonitos. O quarto do Açúcar, o do Sabão, o da Canela... Vale a pena visitar. Eu não fiquei hospedada, mas voltarei para ficar (se possível ainda neste Verão)! Mais ao fim do dia, refrescámo-nos numa gelataria, que não fixei o nome, mas que nos fez lembrar Paris…











Já à noite, foi A Casa do Provedor a introduzir-nos à gastronomia do Minho (dizem que este é dos melhores restaurantes da vila, porque é tudo feito à semelhança da tradição: o arroz de Sarrabulho e os rojões, o Pudim de Abade de Priscos, coisas leves, claro!). Os bares também estão abertos até tarde e aos fins-de-semana há música ao vivo… Se passarem pela zona, já sabem que é quase imperativo virem respirar estes ares. Um passeio sempre à beira rio pode ser feito começando na ponte principal, indo em direcção aos jardins e subindo as escadas ao fundo até à outra ponte.. E, depois, está-se novamente à margem, até ao regresso.









A nossa estadia na Quinta de Resela com a Odisseias não podia ter terminado da melhor maneira com este passeio por Ponte de Lima. Ainda seguimos até Arcos de Valdevez, mas isso fica para o próximo post.



Depois de andarmos pelo Douro, resolvemos seguir rumo ao Minho até à Quinta de Resela, a noroeste de Portugal, onde o silêncio concorre apenas com o som dos grilos num espaço em “nenhures” a 10 minutos de Braga e a 20 de Ponte de Lima. Por aqui, a calma é a rainha e os passeios românticos são a lei. Não se passa nada, no bom sentido, e a piscina convida a mergulhos demorados enquanto pomos a leitura em dia, e as varandas dos quartos ou as janelas com vista para o jardim "Aconchego" clamam por acordares sem tempo; Até o pequeno-almoço é cúmplice já que só começa às 9h30 (a não ser que se queira mais cedo) para promover este ritmo.







Estamos no concelho dos lenços dos namorados (peças de artesanato e vestuário típicas do Minho usados por mulheres com idade para casar, fabricados a partir de um pano de linho fino e bordados com motivos variadose há, pelo hotel, vários expostos em quadros que prendem a passagem na curiosidade de os ler... 
 



O restaurante é especializado em tapas e o menu de hóspede inclui por 10 euros 3 entradas, 1 prato principal, bebida, sobremesa e café. Além de tudo, a simpatia do staff é um dos pontos mais fortes. Sabem quando as pessoas nos recebem com tanto gosto e de forma mesmo genuína? Assim é por estes lados, apesar de saber que é regra no Norte. Um agradecimento especial à Patrícia Leitão que nos deu inúmeras dicas de roteiros e que nos fez querer voltar à região (para engordar mais uns quilos e para viver ainda mais as tradições). Passámos duas noites fantásticas aqui com a Odisseias, mas não ficámos por aqui...







A curva à direita antes do céu, como alguém chamou ao Douro, é para ser vista e sentida com a mesma simplicidade com que os socalcos caem ordenadamente até ao rio; é para ver nas casas de pedra por onde as plantas tentam nascer, nas casas dos vinhos, na ponte de ferro ou no sol sobre o rio que doura as encostas. Ou mesmo, nos velhinhos na beira da estrada à espera que algum turista lhe compre os seus cultivos. O Douro, aqui, contempla-se com o coração e com os sentidos.


Aquilo que fiz enquanto estive nas Casas de Campo Vila Marim, com a Odisseias? Descansei, passeei de carro curva e contra curva, li, comi, corri na zona (e morri, a seguir, porque as subidas dão cabo do corredor mais experiente - que não é, certamente, o meu caso), e visitei a zona do Peso da Régua onde recomendo uma visita ao terraço do Museu do Douro, onde é possível estar sentado em pufes ao lado de pequenas galinhas que andam por ali, num sítio com muito charme e uma vista de cortar a respiração. Mais abaixo, comem-se bons crepes na gelataria Viking.

Andámos às voltas mas, além da vista, a cidade parece parada no tempo, tirando um ou outro edifício, uma ou noutra loja. Talvez seja “isso aí: que nada retire o viajante do seu propósito - nunca perder de vista a arte de contemplar o rio.












Ouvimos dizer que há um passeio de comboio que vai da Régua ao Pocinho, ou num comboio histórico, aos sábados e que custa 35 eur, ou num comboio normal que é barato e que vai igualmente junto à água. Não conseguimos chegar a tempo, mas fica a promessa de um regresso, quanto mais não seja para andar na antiga locomotiva ou para fazer a estrada que foi considerada uma das mais bonitas para se conduzir do mundo.

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