Perguntaram-me de que tendências não gosto e a resposta foi esta, publicada na Betrend. E vocês, o que é que não usam? E porquê?

Sabemos dos ciclos e das volatilidades da moda. E sabemos como essas vagas se tornam pessoais. Umas vezes ligam connosco num match made in heaven, outras são simplesmente o oposto do nosso estilo. Podem existir razões assumidas, ou apenas negações infundadas. Para mim, além das coisas que não vão com a minha cara, há sempre aquelas que são como as “pastilhas elásticas” e que rapidamente me cansam, que nem aquelas músicas que repetem vezes e vezes na rádio até passarmos a odiá-las. Ficam com 4 tendências atuais que eu NÃO gosto:


1) Amarelo limão - Há quem diga que alegra qualquer coisa. Eu, pessoalmente, gosto da cor mas apenas nos gelados ou em pormenores, nunca como um look total. São raras as cores fortes que me permito a usar num coordenado completo e, para o fazer, tenho que ter mesmo a certeza que se olharem para mim me vou sentir confiante... E, como este amarelo me lembra sempre de um canário, acho que nunca iria sentir-me bem. 


2) Flatforms ou sandálias plataforma - Fazem-me lembrar as sandálias dos pescadores, ou aqueles chinelos grosseiros que os turistas usam com meias brancas... Eu sei que ficam elegantes e que resultam muito bem nalguns looks, mas este é daquele tipo de coisas que tenho visto tanto, que já deixei de gostar. É que depois as imitações que algumas marcas fazem tornam as peças demasiado vistas e, para mim, perdem a atitude que as inspirou.









3) Romanas - E já que estamos pelos pés, apesar de gostar muito do modelo, acho que é preciso demasiado cuidado com o uso destas sandálias, que ficam bem apenas a uma percentagem muito pequena de pessoas. É por isso que para mim esta é uma daquelas “modas” de que não vou ser adepta. Adoro ver em formato curto mas até ao joelho acho “perigosas” pois podem destacar tudo aquilo que não queremos nas nossas pernas.

4) Cullotes - Ou as calças subidas e curtas. São bonitas... nos outros. Mas não consigo imaginar-me a usá-las. Primeiro , porque o meu tipo de corpo não me permite, depois porque acho que não são "nem carne nem peixe". Claro que há casos em que ficam bem, mas regra geral é uma das tendências que menos tenho gostado de ver.




Recomenda o sábio povo
P’ra na noite de São João,
Deitar a Alcachofra ao lume
Para saber s’ele te quer bem ou não.


Quando eu passava uma grande temporada na aldeia com os meus avós, uma das coisas que mais me lembro era de estar ao relento a olhar para as estrelas e de, na noite dos santos populares, fazermos uma grande fogueira com alcachofras para as crianças e quem quisesse saltar. Eu adorava aquilo, lembro-me de olhar atentamente para cada preparativo roída de ansiedade. Cantava-se, dançava-se à meia luz do lume. As coisas depois esfumaram-se um pouco na minha cabeça. Era pequenina, é normal que assim seja. Mas uma coisa é certa, não me esqueço do cheiro do fumo, não me esqueço da fogueira e do barulho da queimada e não me esqueço daquelas noites. 

E, quando no outro dia entrei numa loja de produtos naturais à procura dos meus chás e me perguntaram porque não experimentava alcachofra, fiquei curiosa para saber as suas propriedades e lembrei-me disto tudo. Comprei o chá, que sabe mal como tudo, apesar de ser óptimo para desintoxicar o organismo, e desisti da ideia.




A tradição

Se santo António é por excelência o Santo casamenteiro, São João é o esclarecedor das dúvidas amorosas dos apaixonados. Ditava a tradição que até à meia noite do dia 24, as jovens apaixonadas queimassem uma alcachofra nas fogueiras populares e, depois de queimadas deveriam ficar sob o orvalho da madrugada de S.João. Na manhã seguinte, se a planta tivesse florido, a jovem sabia se era correspondida e que se casaria em breve.





Mais tarde, descobri umas ampolas que se chamam “dieta da alcachofra” da Arkopharma e achei que valia a pena testar porque dizia “sabor agradável”. Tomei hoje a primeira e depois digo se resultou ou não. Para já posso dizer que, apesar de não saber bem, pelo menos é suportável porque adicionamos água e o sabor fica menos intenso.


Uma solução
Depois da minha primeira má experiência com o chá , descobri esta dieta alternativa com 10 ampolas de alcachofra e funcho e 10 ampolas de chá verde, um plano de controlo de peso baseado na alcachofra, mas que não se restringe a este alimento. Descobri também que esta é uma das dietas mais famosas do mundo já a nossa famosa alcachofra é diurética, desintoxicante, depurativa e promove a digestão das gorduras. 

Podem encontrar esta dieta à venda em farmácias e parafarmácias.


Sou uma pessoa muito sensível a perfumes. Lembro-me de ter sido promotora, por um dia, do Midnight Poison e de ter chegado a casa completamente enjoada. E a minha mãe que usou o Rive Gauche, anos e anos? Tenho a certeza (não sei se o perfume ainda existe, mas que consigo identificá-lo, de olhos fechados, e quase senti-lo se me concentrar... cheira a mãe! Também ainda consigo sentir o cheiro (nitidamente) a torradas e a café, da cafeteira de barro da casa dos meus avós...De facto, o olfacto é um dos sentidos que mais está relacionado com as nossas memórias e ligado ao lado emocional o que o torna, também, muito pessoal e próprio. E cada perfume pode ser associado a uma coisa completamente diferente para cada um de nós. 



Tudo isto para dizer que, no outro dia, num workshop da Equivalenza com a perfumista Mylène Thioux fomos desafiadas a fazer a nossa fragrância. Eu confesso que me perdi completamente com tantas notas e acordes e que de maestro desta arte tenho mesmo muito pouco!





É por estas e por outras que é possível dirigirem-se a uma loja Equivalenza e encontrarem perfumes bastante mais acessíveis, de marca própria e com uma qualidade muito elevada. A segmentação vai ajudar-vos a que não se percam e a filosofia da empresa também, já que a marca esta focada no aconselhamento e na personalização que acaba por orientar a pessoa em função dos seus gostos. Eu, por exemplo, sei que gosto mais de notas frutadas e de aromas doces, logo será qualquer coisa por aí...




E vocês, conhecem a marca, já experimentaram alguma coisa?
Foi uma daquelas semanas; não apenas pelo ritmo de trabalho alucinante mas, principalmente, porque a minha Mel fugiu de casa. Estava fora de Lisboa quando o meu irmão me liga a dizer: “Eu não te queria contar, mas a tua cadela fugiu.” Nem percebi bem o que ele me disse e, quando percebi, não quis perceber. Passaram-me vários flashes pela cabeça, quis ir a correr para Lisboa; mas sem carro e dependente de transportes não havia muito que eu pudesse fazer num domingo à tarde. Primeiro chorei. Sou sempre assim: Reajo a quente às coisas mas depois levanto-me e fico pedra de gelo. Reajo. Mas primeiro choro. Assim foi. Algum tempo depois, e alguns telefonemas após, percebi que à distância não ia conseguir nada. E, se calhar, estando próximo também não. Mas ali é que eu não podia ficar... O meu pai dizia-me que eu não ia adiantar nada; que era melhor esperar o pior. Mas não! A minha Mel... Sozinha, perdida, não! Tentei comprar um bilhete de comboio. Não havia, estava tudo cheio. Mas num dos últimos Intercidades lá havia um espaço para mim. E fui sem bagagens e afogueada até Lisboa. Pedi a uma amiga que me fosse buscar e, mal cheguei a casa, à meia noite meti-me no meu carro e corri as redondezas de minha casa. Fui a zonas no meu bairro que eu nem sabia que existiam. Meti-me num bairro social sozinha, fui pelo campo. E parecia ouvi-la a cada instante. Foi horrível. 

Ah, ainda não expliquei como é que ela fugiu; que é importante antes que pensem que sou uma dona desnaturada! A minha menina roeu o portão eléctrico e, até ao electricista arranjar, colocámos umas cordas… Ora para quem rói algo tão complexo como um sistema eléctrico de um portão, umas cordas são “peanurs”. Enquanto a Camila ficou calmamente no seu canto, a madame Mel foi descobrir o mundo. 

Meia-noite, uma da manhã, e cada vez mais me parecia impossível encontrá-la. Às tantas cruzei-me com um carro da polícia e mostrei-lhe uma foto. Pedi que se encontrassem algum cão na rua me ligassem, fosse a que horas fosse. E depois disso atrapalhei-me nas palavras, já de rastos, e com as lágrimas novamente a escorrerem sem controlo. Que vergonha… Eu sei que é só um cão, mas era a minha Mel. A minha princesa. Regressei a casa, depois de passar várias vezes nos mesmos sítios e de chamar por ela já com a voz meio rouca. Só conseguia imaginá-la assustada, com fome e com frio. 



Mas, felizmente, esta história teve um final feliz graças à Fernanda, à Carla e, sobretudo, ao Luís a quem deixo um agradecimento especial por ser mais do que um bombeiro e por se preocupar em ajudar, mesmo quando não está a trabalhar. Conheci o Luís quando assistiu a minha mãe num dia em que teve de ir para o hospital. Quase um ano mais tarde encontrei-o em trabalho e falámos imenso tempo mas não fiquei nem com o nome, nem com o contacto dele. Há uns meses, o Luís bateu-me no carro. Não foi nada de especial, mas fiquei com o telemóvel e com o nome e apelido. E foi essa coincidência (será mesmo?) que me fez encontrar a minha menina. Lembrei-me que o Luís era bombeiro e que podia conhecer pessoas. E procurei-o no facebook. Prontificou-se logo a ajudar e pediu-me uma fotografia. Enviei, esperei e rezei. Quando cheguei a casa, depois da busca sem resultados, estava a dar aquele filme “Os gatos não têm vertigens” e deixei-me ficar a ver, parecendo-me pior do que quando o vi no cinema, mas ainda assim conseguindo distrair-me momentaneamente. Deitei-me eram 4 da manhã. Às sete acordei em sobressalto quando vi que tinha várias chamadas não atendidas do Luís. Tinham encontrado a minha cadela. Fui ver a foto que me tinham enviado e não havia dúvidas: era ela. E tinha aparecido mesmo depois de eu ter chamado por ela, por volta da uma e meia. O Luís  tinha enviado a foto à Carla que mostrou à tia, que encontrou a Mel à porta da sua casa e tomou conta dela durante a noite. Quando a fui buscar, no segundo a seguir a ter recebido a mensagem e depois de ter combinado um encontro à pressa num largo, só não me atirou das escadas abaixo por sorte de tão feliz que estava. E eu por tê-la de volta! E as três horas de sono lançaram o repto para a semana que teve esta média por dia. Mas valeu a pena. Para não alongar este post, vou fazer outro com as coisas que devem fazer caso isto vos aconteça. E com alguns cuidados que podem ter para que não aconteça. 







Se na semana passada não consegui deixar aqui as minhas escolhas porque não tenho tido tempo para absolutamente nada, hoje trago-vos uma boa novidade docinha e saborosa para compensar: As bolachas Digesta estão de volta a Portugal.

Lembro-me perfeitamente da minha avó acompanhar o café e o chá com estas bolachas. Foi dos hábitos que a vi conservar mais tempo. Certo é que o seu sabor em particular me ficou quase como uma recordação da minha infância, por isso saber que estão de volta ao nosso país deixa-me contente. Custam cerca de 1,99€ e já podem procurá-las nos super e hipermercados.



Prós: O sabor (adocicado mas com uma pitada de sal, mmmmm) e o facto de ajudarem efectivamente nas digestões uma vez que, ricas em fibra, ajudam na regulação do sistema digestivo.

Contras: Não são propriamente baixas em calorias, mas também não são um atentado. Uma ou duas não engordam ninguém e podem ser boas para comer entre refeições.




"A gente entende pouco do semelhante. Cada um de nós é um enigma que a maior parte das vezes fica por decifrar." (Miguel Torga, Os Bichos)

Há pessoas fortes e confiantes que não se deixam abalar pelo que os outros pensam, "estão-se nas tintas", para não usar expressões menos polidas. Infelizmente, eu importo-me. Demasiado. Importo-me com coisas mal esclarecidas, com gente com duas (e três caras!)... e mesquinhices ou intrigas tiram-me o sono. Já foi pior, mas hoje ainda me incomoda o que pensam de mim e essencialmente, coisas mal explicadas. E, bem sei que sou das áreas que envolvem filosofias e retóricas e que por isso devia dar-me bem com coisas em aberto; mas quando falamos de pessoas, de relações, quero sempre que seja tudo "preto no branco". Odeio cinzentos, dúvidas, enigmas. Mas a verdade custa muito mais do que um sorriso falso e uma resposta honesta dá muito mais trabalho do que um elogio sem fundamento. Que não podemos agradar a gregos e a troianos eu sei, mas às vezes esperava tanto mais...E com este texto, pareço tudo menos clara. Ironia? Não. Desabafo. O que tenho a dizer é dito onde deve ser, sem precisar de portas e travessas.  

(Aviso prévio para homens: este é um post sobre coisas que vos ultrapassam e com as quais tendem a lidar pouco bem, por isso aconselho-vos a ficarem desse lado e a não prosseguirem na leitura.) 

Lembro-me de estar no colégio e de as minhas amigas me dizerem "Eu vou à frente e vês se tenho alguma coisa na saia". Achávamos que éramos discretas! Usávamos farda (castanha, aos quadradinhos e branca) pelo que qualquer incidente relacionado com a menstruação era um pânico. No entanto, anos mais tarde continuamos com medos e inseguranças nestes dias do mês. Nunca estamos 100% relaxadas ou confortáveis para lidar com o período. Já repararam que quando compramos pensos ou tampões no supermercado, temos tendência a esconder a embalagem e a disfarçar?




Se há marca que tenta que não tenhamos cá complexos a falar do assunto é a Tampax que escolheu um exemplo de uma mulher que se sente bem consigo mesma e que tem um espírito ousado para se fazer representar. A ex-maria rapaz Carolina Torres é a embaixadora dos novos Tampax Compak Pearl e explicou-nos, numa entrevista a meio de um shooting, como é dar a cara por algo tão pessoal ao mesmo tempo que se sente responsável para desmistificar o assunto"Chegas a uma altura em que percebes a responsabilidade que tens e em que estás a dar o exemplo a miúdas que te vão eventualmente seguir, como nós seguíamos outras pessoas quando éramos  mais novas, e às vezes dou por mim a pensar duas vezes no que faço... Este novo produto da Tampax foca-se muito nessa mulher emancipada e confiante. Se já é um bocado injusto para nós, temos de lidar com tanta coisa... o período, as nossas hormonas a brincarem connosco, o "TPM da vida", temos de minimizar ao máximo e relativizar. Temos de aprender a deixar de lado essa preocupação o que acaba por te tirar logo uma coisa enorme de cima."





Por fim, resolvi reunir aqui alguns mitos que me lembro de ouvir dizer sobre o período e, caso queiram partilhar, estejam à vontade que é sempre bom falarmos destas coisas sem problemas e de mulher para mulher

1) Não podes engravidar se tiveres o período – MITO. Não é comum, mas é possível.

2) Não deves ir à praia nem lavar o cabelo se tiveres o período. MITO. Quando estás menstruada, é mais importante do que nunca manteres-te limpa e fresca. Além disso, os tampões permitem-te tomar banho na praia ou na piscina como se não tivesses o período

3) A maionese "deslaça". A cerveja azeda. As plantas morrem se lhes tocares. Não podes fazer ginástica. Sentes-te fraca devido à perda de sangue. Não podes beber bebidas frias. MITO. MITO. MITO. Ter o período faz parte da condição de ser mulher. É algo natural e saudável, não é misterioso e muito menos influencia este tipo de coisas.

4) Engordas. MITO. Podes inchar, devido às alterações hormonais e sentir-te mais volumosa, mas não engordas por ter o período.

5) As amigas têm o período na mesma altura. VERDADE. A menstruação é uma variação hormonal e as hormonas podem ser alteradas em função de fatores externos. A ansiedade, o stresse, a rotina, a alimentação, tudo isso pode influenciar. E, se as mulheres convivem num ambiente com as mesmas condições, o seu ciclo é influenciado da mesma maneira e tende a “acertar-se” conjuntamente.

Da "Única Mulher" aos kizombas da rádio... África nunca esteve tão na moda, nem Lisboa teve tanto deste continente como irá ter nos próximos dias 27 a 31. O final do mês de maio traz uma oportunidade a quem, como eu, sonha um dia visitar terras africanas, ou para quem quiser recuperar memórias de toda a sua cultura.

Nos últimos dias de Maio, o Museu da Carris vai encher-se de cores, cheiros, padrões e ritmos quentes. São cinco países (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé) e cinco dias para um festival que exalta a cultura africana. Além de um mercado de marcas e produtos e uma área de gastronomia, é possível assistir a espectáculos musicais, teatro, dança, exposições de pintura, escultura e fotografia, tertúlias literárias e a alguns desfiles de moda. Entre muitos nomes, "África em Lisboa" vai ter obras dos pintores e escultores Malangatana, António Ole, Gonçalo Mabunda, Dilia Fraguito, Samarte, David Levy Lima, Lino Damião, João Carlos, Malenga, Ntaluma.




O evento acontece entre 27 e 31 de Maio, no Museu da Carris, em Lisboa, de quarta a sexta-feira entre as 18h00 e as 00h00 e no sábado e domingo, das 13h00 às 00h00. Os bilhetes para o evento, que para maiores de seis anos é de cinco euros/dia, podem ser adquiridos na bilheteira no local da mostra. Passes para a família, por dia, ficam a 18 euros e um passe individual de cinco dias fica a 22 euros.

P.S: Tenho cinco convites duplos para vos oferecer, bastando para isso que preencham o formulário abaixo. Irei anunciar os vencedores no dia 25, portanto apressem-se a participar!




Não é bonito, nem tão pouco fashion, mas a saúde não é de modas. Ser saudável e cuidar de quem amamos é intemporal. Há uns dias, mostraram-me um anúncio da Roche Posay que está a desenvolver uma campanha de sensibilização para nos fazer olhar pelos sinais de pele uns dos outros. O "método ABCDE" indica alguns indícios que devemos saber de cor e salteado. Cada letra corresponde a um aspecto de sinal de pele a que devem ter atenção. 


A) Assimetria: Um sinal que não tenha uma forma redonda ou oval, que tenha contornos e cores distribuídos de forma heterogénea em torno do seu centro.

B) Bordo: Sinais irregulares, de bordos recortados como um mapa.

C) Cor: Um sinal com diferentes cores (castanho, vermelho, branco, etc)

D) Diâmetro: Um tamanho superior a 6mm (tamanho de um afia-lápis).

E) Evolução: Sinal com alteração rápida de tamanho ou forma, espessura ou cor.


Uma investigação recente concluiu que cerca de 65% dos melanomas surge em sinais não existentes anteriormente, pelo que este estado de vigilância e uma consulta regular do dermatologista são duas práticas de prevenção fundamentais até porque 90% dos cancros de pele detetados a tempo são curáveis. Já fizeram o vosso skin check? Os fofinhos aqui de baixo dão o exemplo :)


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